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 1º CURSO DE JORNALISMO DE CULTURA NO ALGARVE

ABERTURA EM FEVEREIRO de 2010 

 

Promovido pela AGECAL – Associação de Gestores Culturais do Algarve e pelo CENJOR – Centro Protocolar de Formação Profissional de Jornalistas, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé e do semanário “Postal do Algarve”, decorrerá a partir de sexta 19 de Fevereiro de 2010 e sábados seguintes (20 e 27 de Fevereiro e 6 e 13 de Março) o 1º CURSO DE JORNALISMO DE CULTURA.

Este curso com um total de 30 horas, certificado pelo CENJOR, destina-se a jornalistas profissionais (inscrição e frequência gratuitas) e colaboradores da comunicação social, também dirigido a todos quantos desejem iniciar-se e actualizar-se no Jornalismo de Cultura.
O Curso será estruturado por módulos teóricos e práticos relacionados com a Gestão Cultural (conceitos fundamentais e novos paradigmas; ciências da cultura; organizações, industrias e profissões da cultura, património e artes do espectáculo, …) e com o Jornalismo (discursos e textos; escrita para imprensa e internet; géneros jornalísticos informativos, interpretativos e de comentário; prática redactorial)

O número máximo de inscrições admitidas será de 24.
As pré-inscrições decorrerão durante o mês de Dezembro de 2009.

 

Informações e inscrições: Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail e www.agecal.pt  

Ficha de Pré-Inscrição

 
PROPUESTAS DE FEAGC A INSTITUCIONES CULTURALES PDF Imprimir e-mail

PROPUESTAS DE FEAGC A INSTITUCIONES CULTURALES (conclusões do Encontro)

 

Prólogo

 

El documento que se ofrece a continuación es fruto del trabajo realizado por el Comité Científico del Congreso Internacional de la Gestión Cultural en el Marco Europeo, bajo el lema “Hacia nuevas pautas de política y gestión culturales el siglo XXI en la Unión Europea”, a partir de las conclusiones elaboradas en los diferentes paneles sectoriales que tuvieron lugar durante los días 5, 6 y 7 de noviembre de 2009.

 

Este trabajo se completará con la incorporación de una serie de conceptos que se abordaron intensamente a través de las mesas transversales del Congreso y que, de manera conjunta, darán lugar a un documento que servirá para lograr los siguientes objetivos:

 

  1. Ofrecer, desde la Federación Estatal de Asociaciones de Gestores Culturales-FEAGC, un texto que reúna propuestas y conceptos encaminados a una interlocución con las instituciones culturales a nivel autonómico, estatal, europeo e internacional.

  2. Ofrecer un documento cero para iniciar un proceso de trabajo conjunto en virtud de la triple alianza de la cultura promulgada en el Congreso de la Profesionalización del Gestor Cultural, celebrado en Toledo y organizado por FEAGC en 2008.

  3. Ofrecer, gracias a este documento, una hoja de ruta para los profesionales del sector en España, con una perspectiva global e integral de la cultura.

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Indústrias criativas já geram mais riqueza do que os têxteis PDF Imprimir e-mail

Indústrias criativas já geram mais riqueza do que os têxteis

 

O sector cultural e criativo foi responsável, no ano de 2006, por 2,8% de toda a riqueza criada em Portugal. Este dado é disponibilizado por um estudo recentemente divulgado pelo Ministério da Cultura (MC) e representa um valor superior, por exemplo, ao contributo dado por indústrias tradicionais como a têxtil ou alimentar. Os economistas contactados pelo i consideram que o atraso do sector primário é preocupante, mas salientam o contributo que as indústrias criativas podem dar a esse sector.

João Duque mostra-se alarmado com esta ultrapassagem. "Preocupa-me o sector primário pela dependência externa, porque a prestação de serviços não compensa na balança comercial", diz, ao i. João Cantiga Esteves também reconhece que "de fundo é preocupante" este atraso dos sectores tradicionais. Mas para este economista, o avanço do sector cultural e criativo é "muito positivo" e "pode ajudar" o resto da economia: "As novas áreas deram um salto para a economia real e ajudam o sector primário. A publicidade pode contribuir para a promoção de uma marca de vinho e o design pode impulsionar a indústria da serração". De facto, até a agricultura pode beneficiar com o sector criativo. "Já não é só arte pela arte", conclui Cantiga Esteves.

No que se refere ao emprego, o sector cultural e criativo era responsável, em 2006, por cerca de 127 mil empregos, representando cerca de 2,6% do emprego nacional total. De acordo com o estudo "Sector Criativo e Cultural em Portugal", do MC, aquele sector "criou, no período 2000- -2006, 6500 empregos em Portugal, registando um crescimento cumulativo de 4,5%, [...] num contexto marcado por um crescimento cumulativo do emprego de apenas 0,4%, à escala nacional".

Apoios Em 2008 foi criado o Prémio Nacional de Indústrias Criativas, uma parceria entre a Fundação Serralves e a Unicer, que visa "apoiar projectos estruturantes que podiam ter valor acrescentado para a economia", diz Joana Queirós Ribeiro, da Unicer. As candidaturas para a a segunda edição deste prémio terminaram ontem. José Carlos Mota, professor da Universidade de Aveiro e promotor do concurso "Cidades Criativas", refere ao i que "se é tão importante [o sector criativo], como demonstra o estudo, têm de ser criadas políticas públicas de incentivo".

A ministra da Cultura Gabriela Canavilhas já assegurou que o orçamento da Cultura para 2010 vai ser reforçado. Mais: na semana passada foram anunciadas as indemnizações compensatórias às empresas que prestam serviço público. A área cultural teve um aumento de 21,3 milhões de euros, mais 259% do que em 2008. Resta saber se o estudo do MC terá impacto na política governamental. O i sabe que Gabriela Canavilhas está neste momento a analisá-lo e que ainda este mês o vai comentar.

por Tiago Guerreiro da Silva , Publicado em 09 de Dezembro de 2009

in http://www.ionline.pt/conteudo/36612-industrias-criativas-ja-geram-mais-riqueza-do-que-os-texteis